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SERVIDOR PÚBLICO

Servidores que respondem à Maria da Penha terão armamento recolhido
A medida vale para todas as forças de segurança do Distrito Federal
Por Repórter Especial
23/05/2019 - 15h13 - Atualizado em 23/05/2019 - 15h38
Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Servidores das forças de segurança do Distrito Federal terão que entregar armamento caso estejam respondendo a processo baseado na Lei Maria da Penha. A medida, que entra em vigor no próximo sábado (25), se aplica a policiais civis, militares, bombeiros, agentes penitenciários e qualquer profissional que tenha posse de armas por causa do trabalho que executa.

A Comissão externa de combate a violência contra a mulher e feminicídio da Câmara dos Deputados foi a responsável por encaminhar pedido ao governador Ibaneis Rocha, que protocolou a medida publicada, nesta quinta (23), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Segundo a deputada federal, Flávia Arruda (PL-DF), que é coordenadora da Comissão, o pedido ganhou relevância depois do assassinato da servidora Débora Tereza Corrêa (43), pelas mãos do ex-companheiro Sergio Murilo dos Santos (51), que é policial civil. 

De acordo com as normas, as armas corporativas e pessoais serão recolhidas imediatamente e só serão revistas ao final do processo judicial em que está submetido. O servidor também será transferido para um setor administrativo dentro da mesma corporação até nova ordem. Caso o profissional não cumpra a medida, sofrerá processo administrativo, podendo ser exonerado. 

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