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SERVIDOR PÚBLICO

Servidores do DF ameaçam greve para reivindicar pagamento da 3ª parcela do acordo
Categorias decidiram pressionar o GDF por causa do adiamento da decisão sobre os reajustes salariais
Por Repórter Especial
17/06/2019 - 18h41 - Atualizado em 17/06/2019 - 19h35
Rafaela Felicciano/Metrópoles

Os servidores públicos do Distrito Federal estão mobilizando greve após divulgação da proposta do governo em extinguir a licença-prêmio e o pagamento da 3ª parcela do acordo de 2016, que prevê reajuste salarial. A partir de uma assembleia geral convocada por várias categorias, os servidores ameaçam organização de uma greve geral para reivindicar os direitos, caso o GDF não atenda os pedidos.

A ação é uma resposta ao Supremo Tribunal Federal (STF) por adiar o julgamento, para o dia 25 de setembro, do recurso extraordinário para a concessão de aumentos salariais sem dotação na Lei Orçamentária Anual (LOA) e sobre o Governo do Distrito Federal (GDF) postergar o cumprimento do acordo. O Sindicato dos Médicos (SindMédico) e o Sindicato dos Professores (Sinpro) estão apoiando o movimento.

Segundo o Ibrahim Yusef, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta (Sindireta), os profissionais não esperarão mais tempo e entrarão em greve. Segundo sindicalistas, o curso dos acontecimentos contrastam com as promessas de campanha de Ibaneis Rocha (MDB) e vão contra o debate real com os trabalhadores.

"A matéria que está no STF não tem nada a ver com a terceira parcela. O que está se discutindo lá é se o servidor faz jus ao pagamento anual de reposição salarial. A questão dos servidores distritais é em relação a uma negociação salarial que o GDF parcelou em três vezes e deixou uma em aberto", argumentou Ibrahim.

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