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NEGÓCIOS

Conheça as ações e setores mais afetados no cenário pós-auxílio emergencial
Redução do valor do benefício é sentida em alguns setores
Por Repórter Especial
29/10/2020 - 09h02
Rmcarvalho/Getty Images

O auxílio emergencial, no valor de R$ 600, criado para dirimir os efeitos do isolamento social para a população, foi de grande importância para a economia do Brasil, ajudando a diminuir os impactos da pandemia do coronavírus no PIB nacional e levando a uma forte redução da pobreza no período.

Segundo estudo feito pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social), o programa contribuiu para a queda temporária da pobreza no Brasil, com 15 milhões de brasileiros saindo da linha da pobreza até agosto de 2020, uma queda de 23,7% – desta forma, também criando um grande mercado consumidor e impulsionando o varejo.

Por outro lado, os fortes gastos também geraram pressão sobre as contas públicas e um debate sobre como se dará, caso se efetive, a continuidade de algum programa de auxílio. O programa foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho; depois, foi prorrogado por dois meses por esse valor. Posteriormente, com a pandemia ainda perdurando, de setembro a dezembro o valor foi cortado pela metade, a R$ 300 – e há incerteza como será a continuidade do programa.

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